domingo, 22 de janeiro de 2017

O amarelinho de Lisboa

Quem pergunta: "O que seria do amarelo se não fosse o mau gosto?" não presta a devida atenção ao Terreiro do Paço, não pede batatas fritas no La Brasserie de L'Entrecôte, faz-lhe impressão o Ascensor da Glória, não crava convites para o Estoril Open, não bebe uma Sagres com o prego da Cervejaria Ramiro, não anda no autocarro da HIPPOtrip e ainda diz que prefere as viagens de barco. Hello! Não experimenta o eléctrico 28, com medo dos carteiristas, ri-se quando lhe dizem que o Porta 6 é um bom vinho, pede Coca-Cola sem limão, na esplanada Portas do Sol, mas mesmo quem não gosta do amarelo consegue ficar indiferente a uma Vespa naquela cor. É uma peça de eleição e propícia a um passeio por uma cidade como Lisboa. Apesar de toda a cantilena, aproveitamos a oportunidade para, ainda que só aqui no blogue, sairmos do Porto e partilharmos algumas sugestões para uma aventura na capital. A mota foi só utilizada como acessório, para a recolha de imagens dos nossos artigos e de forma a criar um ambiente mais retro. O modelo não é, de todo, antigo, mas a marca está associada aos anos 60, 70 e foi esse registo que pretendemos relacionar. A nossa "montra" contém desde um rebobinador de cassetes VHS, o amigo inseparável dos leitores de vídeo, a um vinagreiro da Secla, já sem uma pequena lasca, mas até por isso com graça. O amarelinho de Lisboa também lá está, o eléctrico, tão icónico da cidade alfacinha. Há um denominador comum aos elementos presentes, AMARelo, uma cor que nos lembra a Primavera; o Verão, que nos dá vontade de sair e apanhar sol na cara. Hoje Lisboa está engalanada e há festa no Saldanha, anda pela cidade e ainda não tem programa?! Fica a nossa sugestão! 




Acompanhe-nos em: Facebook Instagram Pinterest 

Sem comentários:

Enviar um comentário