quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Majora

Gostaríamos de começar este texto da seguinte forma: A portuense Majora... A verdade é que estaríamos a incorrer numa imprecisão, pois, apesar de ter sido fundada no Porto, em resultado da instabilidade financeira da empresa, a Majora foi adquirida por um grupo económico sediado em Lisboa. Não deixamos de ter orgulho em que uma marca tão enraizada na memória colectiva dos portugueses esteja, de forma tão umbilical, ligada à invicta. Os seus criativos e estimulantes jogos, as suas ilustrações apelativas fazem parte de todo um reportório que tem tudo para, nos dias que correm, ajudar a equilibrar a balança quanto ao uso do entretenimento digital. Em regime de representação de marcas internacionais, a Majora também nos dado acesso a jogos que trabalham a capacidade empreendedora e relacional, o convívio em família e outras virtudes associadas aos jogos mais tradicionais. É bandeira comunicacional desta nova era Majora um distanciamento ao mundo dos jogos digitais, mas não nos parecia descabido se, na impossibilidade de vencer o "inimigo", num futuro próximo tivessem de alargar o raio de acção para os vídeo jogos. Futurismos à parte, louve-se o resgate da marca, felicitem-se os responsáveis, pois, para além dos interesses económicos, com certeza serão dotados de sensibilidade para as questões do património nacional.


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