sábado, 4 de março de 2017

Pelos caminhos...

Há muito tempo que admiramos a estima de um coleccionador de carros clássicos nosso conhecido pelos exemplares que possui. Temos a oportunidade de nos cruzarmos amiúde com ele e é um regalo percebermos que naquelas viaturas tudo está original e imaculado. O seu Fiat 500 e o Fiat 1100 brilham mais do que carros acabados de sair do stand de vendas e não vamos escrever o clássico "passe o exagero", pois isto é literalmente verdade. Reparem nos reflexos que se percebem nas fotografias ao Fiat 500: foi impossível ocultá-los, tal o primor do trato. " - Só tenho pena de ter de lhes colocar o dispositivo da Via Verde, sabe, sempre é mais cómodo depois." Pois é, há puristas que não admitem nenhum sinal de modernidade nas viaturas, mas a nós, meros admiradores, não nos choca a Via Verde. Já o GPS... para quê?! Se temos um mapa oferta da Pasta Medicinal Couto à mão... A sessão, improvisada, de fotografias resultou de um motim interior de emoções ao vermos, novamente, os carros a serem mimados. Não resistimos a pedir ao dono para tirarmos algumas fotografias e a disponibilidade foi total, mais, esta foi acompanhada da partilha de algumas peripécias proporcionadas pelas imensas viagens feitas, em especial, pelos caminhos de Portugal. Fomos munidos de mapas antigos, de prospectos relativos a destinos de férias e hotéis, óculos de sol para chamar a primavera, por isso não faltaram motivos de conversa, em que todas as pontas soltas iam dar ao clássico do antigamente. Ingenuamente, mas com toda a intenção de obter uma fotografia apelativa, levámos as malas que podem observar nas fotografias, mas não é que umas malas assim não cabem no porta bagagens de um Fiat 500 antigo?! As coisas que se aprendem nestas andanças...


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